Boa parte das fichas foram apostadas na final desta quarta-feira. O fracasso na fase de grupos da Libertadores e a campanha irregular que distanciou da chance de título no Brasileiro transformaram a disputa da Copa do Brasil em prioridade máxima para o Flamengo.

Ganhar o tetracampeonato seria uma espécie de alívio na pressão de uma temporada planejada sob grandes expectativas. Com o vice diante do Cruzeiro, sobrou para o time badalado apenas a Copa Sul-Americana, competição continental de menor importância, para salvar o ano.

No fim de outubro, o Flamengo terá na Sul-Americana o desafio de encarar um clássico pelas quartas de final, diante do Fluminense. Chega pressionado na disputa e, caso avance, ainda terá um longo caminho até a possibilidade de levantar uma taça de mais expressão em 2017. O clube foi campeão carioca invicto em maio.

– A frustração da Libertadores já nos trouxe consequências acima da média. Acho que se bateu muito nisso. A gente vai buscar novamente a classificação para ano que vem estar na Libertadores. Fizemos dois jogos iguais com o Cruzeiro, mas as coisas, infelizmente, não ficaram a nosso favor. Tanto no Maracanã quanto hoje. A partir de amanhã é Brasileiro e Sul-Americana. Nesta ordem – analisou o diretor-executivo de futebol do clube, Rodrigo Caetano, após a final no Mineirão.

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