No dia 18 de setembro, o Santa Cruz acertou o retorno de um velho conhecido da torcida. O prata da casa Natan, hoje com 26 anos, havia deixado o Arruda em 2014 e estava no Cuiabá desde a última temporada. O grande problema do atleta, que já demonstrou potencial, tem sido as lesões. Parte da massa, com a necessidade de resultados para fugir do Z-4, vê em Natan um fato novo. Sobre o assunto, o técnico Marcelo Martelotte pede calma.

– Existe esse clamor (por Natan). Eu entendo. O torcedor pede o Natan de 2013. O torcedor não sabe como ele está, quantos jogos ele fez desde então. Ele lembra do jogador que entrava bem, que era importante, jogava 90 minutos. Falo isso porque estava aqui.

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Nesta temporada, antes de desembarcar no Santa Cruz, o meia havia atuado em sete partidas, pelo Cuiabá. Em nenhuma completou os 90 minutos. Para ganhar mais minutos no time coral, o comandante afirmou que o atleta precisa de ritmo, mas tudo envolve um cuidado extra.

– O Natan jogou sete jogos neste ano, contando os que ele entrou. Não sei nem se ele jogou 90 minutos. E se pede hoje que ele jogue desde o começo. É preciso pesquisar um pouquinho. O Natan de 2013 fez pré-temporada, foi bem tratado. Ele não tem problemas de lesão mais, mas está sem ritmo. Tenho muito cuidado com isso. A gente acompanha, está condicionando os jogadores. A gente sabe que hoje há jogadores com mais condição que Natan.

fonte: globoesportes

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