Por Luciano Abreu

A partida entre Vitória x Antunes/AL permitiu um reencontro com o passado glorioso do Tricolor das Tabocas. O meio-campista Lima Limão, ídolo da camisa 10 nos anos 1990, e dono de um torpedo com a perna direita que o imortalizou no imaginário do torcedor pernambucano, revisitou o seu clube do coração, de onde ganhou projeção para o futebol europeu.

Em uma das incontáveis partidas memoráveis, em 1993 (28 de fevereiro), Lima fez o estádio da Ilha do Retiro tremer: marcou duas vezes, acertou o travessão em outras duas, furou a rede da Ilha e fez o Sport correr atrás do empate que só saiu aos 43 minutos do segundo tempo. À época sob os holofotes das câmeras da Rede Globo, em entrevista a repórter Claudia Prosini, Lima, o dono do jogo, em tom sereno afirmou que o sucesso pessoal e da equipe era a dedicação aos treinamentos. Tempos inesquecíveis.

Neste domingo, 7 de janeiro, 25 anos depois, Lima reviveu a emoção daquele gol, falou sobre o time e os amigos do passado, reencontrou o presidente Paulo Roberto, amigos do futebol e os fãs, concedeu entrevista a rádio Tabocas FM (www.tabocasfm.com.br) e a TV do Vitória. O craque tricolor lamentou que o time não pode jogar no estádio onde construiu sua história. “Isso não existe em lugar nenhum no mundo. O Vitória é um patrimônio da cidade e dos vitorienses. É um orgulho e uma história que não que tem que ser preservada”, afirmou. (L.A)

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